sexta-feira, 22 de abril de 2011
-something
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Moonlight Mile

“Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.” (Caio F.)
Essa coisa de vida, viver, conhecer, apegar, perder, sempre acaba nos tornando mulheres pessoas cada vez mais frias, traumatizadas, enraizadas em seus medos. Como escudos criados, escondemos o que mais bonito há aqui dentro, e que geralmente se deveria doar: sentimentos. Sim são eles, mais uma vez são eles. Que me fazem ter novamente vontade de escrever, de expandir, de escoar...
No entanto, hoje também são eles que me fazem ter vontade de recuar. Mais seguro. Mais seguro não ter no que se agarrar ... se agarrar naqulino que não seja nada além de teus amigos, tuas noitadas, teus livros, filmes e crises de ansiedade.
Desistir? Não, resignar. Continuar, no entanto, por muito longe, afatastando até quando puder/quiser, aquilo que já foi tão belo, mas que hoje, faz doer. Fez crescer.
domingo, 20 de março de 2011
17:26
domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
(...
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
domingo, 17 de outubro de 2010
chovia,
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
sim, sou piegas p.1
Essa frase é de um filme chamado Little Manhattan. Ele é narrado por um menino de uns 11 anos de idade que se apaixona pela primeira vez. No decorrer do filme ele cita coisas deste tipo, sobre o entendimento que ele tem sobre o amor (talvez vendo os pais, os filmes, as novelas, as pessoas começam cedo a idealizar o amor). No filme, o garoto é enfático em tudo que fala sobre esse sentimento que abalou sua vida. Pobre menino, não sabe ele o quanto de coisas novas vai descobrir ainda sobre o amor, e que faixas em aviões e propostas em telões nós só vemos mesmo em filmes. Quanto mais o vivenciamos, menos o entendemos (pelo menos pra mim esse continua sendo o grande mistério da existência – o fato de as pessoas ainda não saberem lidar com o amor, não reconhecer sua imensidão, não respeitar sua grandeza, e por aí vai minha pieguice).
Acho que algumas coisas acabaram com sua essência; primeiro – os filmes! Os filmes nos fazem acreditar num amor que não se encontra aqui, na vida real. Principalmente hoje em dia em que tantos princípios já foram esquecidos. Todos esperam simplesmente por uma grande beleza; mulheres lindas, homens lindos que choram e relacionamentos que duram pela vida inteira sem nenhuma dificuldade. Bom, triste admitir, mas acho que assim só mesmo nas telonas...
Segundo – o jeito que as coisas andam nessa terrinha. Incompreensão, ambição, falta de sensibilidade. Não sei porque, mas as vezes penso que antigamente o amor era levado mais a sério, e não falo só do casamento não – hoje em dia ninguém mais pensa nisso né – mas falo também da importância que existia em se ter um companheiro (a). Hoje outras coisas são mais valorizadas que isso não é mesmo? Status, poder, festas, bebedeiras todos os dias, falar em alma gêmea é piada. Um milhão de garotos, várias gatinhas na lista no celular, e assim segue até o coração pedir arrego (se é que em algum momento ele vai pedir).
Sabe, vez-em-quando penso que deve ser hora de acordar pro mundo real. Mas ainda assim, teimo em acreditar que o amor é o que busco, ele vive aqui, e sim, muito idealizado. Sei que não sou a única que o busca, e por isso, não sou a única que sofre quando não encontra o que procura. Não é só o amor conjugal, mas o amor que vai mudar as pessoas, que vai mudar o mundo, que vai evoluir, que vai pacificar.
O Cazuza disse que o "amor é o ridículo da vida". Obviamente eu discordo, e digo sem medo e sem vergonha de todo esse "desabafo", que quem concorda é porque ainda não o sentiu verdadeiramente.
Termino com essa frase incansável;
“O amor é a única revolução verdadeira”
quinta-feira, 10 de junho de 2010
09:29
Tudo começou há mais ou menos quinze anos atrás (nunca me lembro exatamente a data), mas enfim, isso tudo fala basicamente sobre minha melhor amiga de infância, adolescência e juventude.segunda-feira, 10 de maio de 2010
preparando os lencinhos.

o teu riso dirá a minha alegria,
e o teu pranto, a minha tristeza.
Se eu fechar os olhos, tu estarás presente;
se eu adormecer, serás o meu sonho;
e serás, ao despertar, o sol que desponta.
Nossos mapas serão iguais,
e traçaremos juntos os mesmos roteiros
que conduzam às fontes escondidas
e aos tesouros ocultos."
domingo, 18 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
um escambau.


